ULTRAGAZ

ULTRAGAZ
ULTRAGAZ

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Euglaudston Celestino

Euglaudston Celestino
mostrar detalhes 07:53 (4 horas atrás)

Concordo, pois se objetivo fosse de fato apurar os fatos ocorridos no período compreendido entre 1946/1964, os Membros dos Direitos Humanos Teriam de ter indicado a época de 1935/1964, pois ai pegaria também os que fizeram a Intentona Comunista, teria também de procurar saber dos assassinatos, das bombas em aeroportos, dos trucidamentos, das invasões a hospitais, quartéis, justiciamentos, matanças e roubos de bancos e trens. etc, etc....  


O objetivo nítido dessa Comissão é caracterizar a existência de tortura em uma determinada época de nossa história e identificar uma  ou mais instituições militares, ou alguns dos seus membros, como torturadores. Não importa a Lei da Anistia e nem a coesão nacional, pois o propósito é de vingança! Os crimes da mesma época, tais como sequestros, assassinatos, assaltos, justiçamento e outros, praticados pelos que tentavam, pelas armas, comunizar o Brasil  não serão investigados já que foram cometidos por entidades às quais pertenciam muitos dos que se encontram no poder! Pura hipocrisia com cobertura oficial!

De: 
Enviada em:
 sábado, 22 de outubro de 2011 13:28
Para:
 
Assunto:
 Agora Rosário diz a verdade sobre a verdadeira intenção da CV. - 21/ 10/11


REPASSANDO

De: 
Enviada em:
 sábado, 22 de outubro de 2011 09:44
Para:
 
Assunto:
 FW: agora Rosário diz a verdade sobre a verdadeira intenção da CV.
Rosário: Comissão da Verdade é conquista e não concessão
21 de outubro de 2011  16h07

A ministra de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, rebateu nesta sexta-feira críticas ao projeto de criação da Comissão Nacional da Verdade, que procura investigar crimes contra os direitos humanos cometidos entre 1946 e 1988, sobretudo os que ocorreram durante a ditadura militar (1964/85). Ela participou do debate Direito à Memória e à Verdade, promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio de Janeiro.
"Às vezes, os movimentos, a sociedade têm dificuldade de comemorar nossas conquistas. Essa comissão não foi concedida, ela foi conquistada à custa de muita luta", disse a ministra, que reafirmou que o governo 
não investigará militantes por supostos atos criminosos, pois o papel do Estado, com a comissão, é investigar crimes cometidos por si.
De acordo com ela, o projeto de criação da Comissão Nacional da Verdade, aprovado na quarta-feira, em votação simbólica na Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) do Senado, deve ir a plenário, em regime de urgência, na semana que vem. A ministra admitiu que há pontos controversos no projeto, como o relativo ao número de membros da comissão (sete), considerado pequeno, e o que diz respeito ao período para elaboração do relatório conclusivo sobre os crimes contra os direitos humanos cometidos pelo Estado. Porém, segundo ela, o fundamental é que a criação da comissão ocorra sem mais morosidade.
"A escolha de um número de sete membros para a comissão foi feita para dar agilidade na tomada de decisões. E criamos dois instrumentos fundamentais para auxiliar a comissão, como uma rede de observatórios de universidades, com o Ministério da Educação, e os comitês autônomos, que podem buscar informações e indicar pessoas para serem ouvidas pela Comissão da Verdade", disse. A ministra afirmou que somente a presidente Dilma pode falar a respeito dos membros da comissão, pois cabe a ela indicar os nomes para o colegiado, que terá dois anos a partir da instalação para concluir o relatório sobre os crimes.
O secretário nacional de Justiça e presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão, ressaltou que a comissão não é uma concessão e que a iniciativa vai romper com a tradição do Brasil de não enfrentar as violações cometidas pelo Estado. "Pela primeira vez, o Estado cria uma comissão com a responsabilidade, entre outras, de identificar violadores dos direitos humanos. É inédita a criação de um órgão exclusivo para sistematizar todas essas graves violações de direitos", disse. Já a ministra comentou que existem setores da época da ditadura muito atuantes ainda hoje e que têm dificultado, por exemplo, as investigações sobre os desaparecidos na Guerrilha do Araguaia. "Quando vamos ao Araguaia, eles já estiveram lá
. Não sei se conseguiremos informações sobre o caso, pois eles vão e destroem tudo o que construímos", disse



Nenhum comentário: